Veja em que áreas há padrões invisíveis que causam sofrimento e como podemos intervir de maneira precisa.
O processo terapêutico é construído com base em modelos psicológicos com amplo respaldo científico — mas, acima de tudo, com respeito à sua história e ao que você está vivendo agora. A partir de uma avaliação criteriosa do seu funcionamento emocional, cognitivo e comportamental, definimos um caminho de cuidado claro e possível, para que você não se sinta perdido(a) no meio do processo.
Aqui, você não recebe fórmulas prontas. Cada intervenção é pensada para a sua realidade, considerando o que sustenta o sofrimento hoje e o que precisa ser fortalecido para que a mudança aconteça com consistência e leveza — no seu ritmo, com direção.
As intervenções integram técnicas da Terapia Cognitivo-Comportamental, da Terapia Cognitiva Focada no Esquema e da Análise do Comportamento, ajudando você a compreender como seus pensamentos, emoções, memórias e padrões de ação se organizam ao longo do tempo — e, principalmente, como podem ser transformados de forma consciente, segura e eficaz.
Sou Monique Veloso, Psicóloga Clínica há mais de 13 anos, pós-graduada em Terapia Cognitivo-Comportamental, com formação em Terapia do Esquema, Análise do Comportamento, Neuropsicologia e Coaching.
Meu trabalho é ajudar pessoas a compreenderem como seus padrões emocionais e comportamentais foram construídos — e por que continuam se repetindo, mesmo quando existe intenção genuína de mudança.
Aqui, o processo não se limita à conversa. Ele começa com avaliação científica e levantamento da estrutura do funcionamento comportamental, permitindo intervenções específicas, personalizadas e eficazes.
Não. O processo pode ser iniciado mesmo sem diagnóstico, a partir de dificuldades emocionais, comportamentais ou padrões repetitivos.
É um processo de avaliação que identifica padrões emocionais, cognitivos e comportamentais que mantêm o sofrimento e dificultam a mudança.
Sim. Ele começa com avaliação estruturada e direciona a intervenção, tornando o tratamento mais claro, estratégico e objetivo.
Não. Ele é a base que orienta a condução da terapia, permitindo intervenções mais precisas e personalizadas.
A duração varia conforme a complexidade do caso, respeitando critérios clínicos e as necessidades individuais.
Sim. Todas as abordagens possuem respaldo científico e são amplamente utilizadas na prática clínica baseada em evidências.
Não. Também é indicado para desenvolvimento pessoal e profissional, quando não há necessidade de intervenção diagnóstica.
Isso é avaliado no contato inicial, considerando sua demanda, objetivos e histórico, garantindo indicação adequada.